quarta-feira, 18 de maio de 2011

#Resenha: Quase Pronta - Meg Cabot (Book Challenge - Dia 25)

Boa tarde/noite pessoal!

Como estamos nessa quarta? Estou passando aqui rapidamente, pois ainda tenho que terminar de preparar meu estudo de História. Consegui esse tempo porque não vou à academia hoje por conta de algumas dores musculares e uma gripe que sempre me ataca na mesma época do ano.
Mas, não é para isso que estamos aqui, certo? Portanto, confiram mais essa resenha do nosso tão falado Book Challenge.


A Garota Americana #2 - Quase Pronta
Autora: Meg Cabot
Editora: Record
Número de páginas: 288
Sinopse: "Samantha foi convidada a passar o final de semana na casa de campo do seu namorado que não é ninguém menos que o filho do presidente! David tem mil atividades programadas para eles, mas Samantha desconfia que ele a tenha convidado por outro motivo. E, se for verdade, ela não tem certeza se vai estar preparada..."

Resenha anterior:

Neste segundo e último livro da série A Garota Americana, a história se foca mais no relacionamento de Samantha e David e de suas dúvidas sobre levar o namoro a um próximo nível.
Tentando escapar um pouco de sua vida corrida, Sam é convidada por David e sua família a passar o final de semana na casa de campo. Todo o livro gira em torno desse grande final de semana, mas há alguns detalhes que valem a pena serem destacados.
Depois da descoberta de que o namorado de sua irmã mais velha, antes idolatrado por Sam, era, na verdade, um idiota, a irmã de Sam tem evoluído muito como personagem. Se antes eram só brigas, desde que a menina se envolveu em toda a trama com o presidente, elas estão mais próximas, embora Sam sempre esteja com um pé atrás.
Lucy, agora, tem novos objetivos e está paquerando o rapaz nerd de seu ano, fazendo-o lhe dar aulas extras. Embora seja difícil para ela admitir que está gostando de alguém tão esquisito e socialmente excluído, Lucy não consegue deixar de se aproximar cada vez mais dele. Nessas investidas, ela se depara com algo novo: o garoto não se interessa por ela. Pela primeira vez, Lucy gosta de alguém que não está aos seus pés, mas mesmo assim ela está disposta a lutar por esse rapaz, fazendo tudo o que não seria, nem de longe, do seu feitio.
Penso que esse segundo livro é muito mais focado no desenvolvimento de Lucy como pessoa, sua relação com Samantha muda e as duas passam a se entender melhor. Quando o final de semana da casa de campo se aproxima, Sam recorre à irmã para tentar resolver suas dúvidas sobre a hora. Como era de se esperar, a irmã mais velha possui os truques na ponta da língua e está disposta a ajudar a irmã a se dar bem.
Por outro lado, nas aulas de Susan Boone, Samantha e David tem sua primeira aula com modelo vivo e Sam fica extremamente envergonhada, pois não sabia que modelo vivo, significava modelo nu. Sua relação com David está esquentando, mesmo que eles sempre estejam cercados pelas famílias ou pelo pessoal da imprensa. O trabalho de Sam como embaixadora teen e suas decisões e partidos em algumas campanhas do presidente a fazem questionar sobre o que é certo e sobre o que ela acha certo.
Embora a casa de campo tenha sido uma cena que deixa muitas questões subentendidas, acho que a Meg deveria ter explorado melhor essas dúvidas da primeira vez. Logo depois que você lê, se você não prestar atenção, mal dá para notar que David e Sam tiveram mesmo sua noite juntos. Ela apenas compartilha frases vagas com Lucy e descobre que a irmã mais velha ainda é virgem.
Durante essa pequena série, gostei muito da forma como os personagens evoluíram, principalmente Lucy e Sam. A primeira experimentou pela primeira vez na vida estar na sombra da irmã e ser rejeitada por um rapaz que fosse de seu interesse. Sam, por outro lado, experimentou novidades que nem mesmo sua irmã, a qual ela jurava ser mais saidinha, havia provado antes. Suas aulas com Susan Boone são outro exemplo de evolução, onde ela aprende a realmente enxergar e finalmente está a par das técnicas dessa mulher.
Sempre com as listas de dez coisas, Quase pronta é a continuação e conclusão divertida, mas também um pouco mais cheia de reviravoltas de A Garota Americana. É uma leitura para rir e, principalmente, como foi no meu caso, perceber como Meg Cabot, de alguma forma, desenvolve seus personagens ao longo dos livros, tornando-os apaixonantes e moldando características que, anteriormente, seriam difíceis de serem detectadas por causa de toda a primeira impressão, inclusive passada pela própria Samantha.
Uma coisa que me fez rir muito foi como David evoluiu para um rapaz mais apressadinho nesse livro e de como, quando Sam esperava que ele fosse adentrar seu quarto na casa de campo e dar o primeiro passo, recuou como se nada tivesse acontecido. Mais uma vez, Meg explora a determinação de suas personagens femininas, fazendo-as independentes e grandes exemplos de mulheres!

Nota:

xx

3 comentários:

Poupée disse...

Quando li esse livro achei bem legal o fato como vc disse da Meg desenvolver os personagens [tendo em vista que o 1º foi mt chato]. Também achei que ela poderia ter explorado a questão da 1ª vez.

Gostei mutio da sua resenha, vc soube expressar toda a história do livro :D

Bjs

Jaque
mapetitepoupée

Karine Marinho disse...

Quando eu vi o título eu pensei ué um porque ela postou a resenha se ainda não tá pronta? fail, né?!
Mas relevando minha estupidez momentanea, adoro a Meg e esse livro dela, acho muito legal essas personagens não perfeitinhas que ela cria *-*
Beijos,K.
Girl Spoiled

Rêh Ferreira disse...

Já li o 1° livro, agora fiquei curiosa para ler o segundo...
beijos