terça-feira, 5 de julho de 2011

#Resenha: Beijada por um Anjo: A Força do Amor - Elizabeth Chandler

Boa tarde!

Como prometido, aqui está a resenha que deveria ter ido ao ar ontem, mas eu precisava terminar de ler O Vale dos Anjos, cortesia da editora parceira Novo Século, antes que eu me demitisse de tão longa que aquela leitura estava ficando!
Felizmente eu terminei e, hoje, também recebi minhas notas no colégio referentes ao segundo bimestre. Rufem os tambores... nenhuma nota abaixo de 7,0!!!!!!!!!!! Vitória hein?! Vejo que me descabelar valeu (e muito) a pena! Agora eu posso ficar mais tranquila e também seguir em frente com meu Mini Book Challenge. Domingo tem a resenha do livro que ganhei no Clube do Blogueiro NOS. Aguardem!


Beijada por um Anjo #02 - A Força do Amor
Autora: Elizabeth Chandler
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 256
Sinopse: "Quatro semanas se passaram desde o acidente em que Ivy Lyons perdeu Tristan, o grande amor de sua vida, e deixou de acreditar nos anjos. Os dias têm sido difíceis e para superá-los Ivy busca forças na família e nos amigos. Sua grande motivação agora é ensaiar para a apresentação de piano no Festival de Artes de Stonehill, já que Suzanne, sua amiga de infância, pensando em animá-la, fez a inscrição, mesmo contra a sua vontade. Ainda sem saber lidar com os seus poderes angelicais, Tristan Carruthers conta com a ajuda de Lacey - um anjo mais experiente - para aprender a tocar nas pessoas, canalizar energia e voltar ao passado. Assim, os dois partem na busca por respostas para o acidente, por uma maneira de Ivy sentir Tristan e, principalmente, de mostrá-la que o acidente foi, na verdade, um assassinato."

Resenhas anteriores:

Novamente eu voltava a pegar em um livro da trilogia e, devo dizer, o sentimento de aperto no peito foi constante a cada página virada. O livro dois da série Beijada por um Anjo trabalha o luto de Ivy, como ela está sobrevivendo sem Tristan.
Obviamente, com a morte de seu amor, ela deixou de acreditar no anjos. A ironia é que Tristan virou um e agora ele precisa contar com a ajuda de Lacey para fazer com que Ivy volte a acreditar nos anjos e, assim, consiga escutá-lo. E ele tem muitas coisas a dizer sobre o suposto acidente.
Mas Ivy não quer ouvir. Todas as noites ela é assombrada por pesadelos sequenciais que remontam à noite do acidente, só que, sem que perceba, Ivy está se lembrando, lembrando de detalhes que podem ser fatais. Tristan já sabe que não foi uma fatalidade, alguém queria ver um dos dois, ou ambos, mortos. Enquanto ela se aborrece cada vez que seu irmão mais novo cita Tristan como um anjo, mais ela se aproxima de seu irmão adotivo Gregory.
O livro basicamente gira em torno de Ivy se aborrecendo over and over again com esse lance dos anjos, mas a ironia é que Tristan só está tentando provar a ela que está ali e que ainda a ama. Para isso, ele conta com a ajuda de Will e Beth, que se comprometem a ajudá-lo a fazer Ivy a voltar a acreditar nos anjos. Mas não é uma tarefa fácil. Cada vez mais ela é arrastada para perto de Gregory, cujo amor se mostra rapidamente fatal.
O que ele está escondendo? Por que ele não quer que Ivy continue a sonhar com a noite do acidente? Ele tem medo que ela possa saber demais e isso foi o que mais me amedrontou o livro inteiro. Toda hora eu virava a página e pensava: "Gregory vai fazer alguma coisa, Gregory vai fazer alguma coisa." Mas, ao contrário do que imaginava, o livro 2 fluiu tranquilamente sem grandes problemas, apenas mais focado no sofrimento de Ivy e Tristan. Um casal separado tão cedo...
É claro que Elizabeth não podia deixar o livro um luto só, é aí que entra Lacey, com suas tiradas sarcásticas e brincadeiras que só um anjo experiente é capaz de fazer. Tristan, no entanto, está obstinado a descobrir quem foi seu assassino e, ao mesmo tempo, quer proteger Ivy de Gregory, pois ele já sabe que o garoto não é flor que se cheire. E devo dizer que ele está mais do que certo.
Ivy começa a se lembrar de detalhes perigosos do acidente e, ao contar tudo para o meio-irmão, sem saber, está colocando a vida em risco. Mas ela rapidamente aprende que não pode confiar tudo ao rapaz, há algo nele que ainda não inspira 100% da confiança dela e isso é bom. Nos mostra que Ivy não é de todo ingênua e nem boba. E, por mais que irrite em dados momentos o intenso luto dela, eu bem que entendo como ela se sente. A morte de Tristan foi terrível e conviver com isso é ainda pior. Eu, como manteiga derretida, ficava triste junto com ela, em muitos momentos me peguei chorando.
Como disse na minha outra resenha, não me conformo como a autora matou um rapaz tão bom... volto a insistir na cena em que ele trabalha de garçom no casamento da mãe de Ivy e do pai de Gregory. Onde você já viu o garanhão que pegará a mocinha se portanto dessa forma? E depois ele morre? Achei injustiça demais. Mas o livro dois serviu para me acalmar um pouco, embora não tenha sido menos triste.
O que realmente me deixou com o coração na mão foi a cena final. Não vou contar para não perder a graça, mesmo porque quando peguei o terceiro livro para ler, percebi que o livro não continuava dali. Então eu sosseguei. Se vocês estiverem esperando para ler A Força do Amor, uma dica: tenham Almas Gêmeas em mãos, ou vão, sem dúvida, se desesperar!
O conteúdo, como já disse, trabalha mais na descrença de Ivy, no trabalho de seus amigos para convencê-la do contrário, da aproximação mais do que perigosa de Gregory e no luto que Ivy e Tristan vivem, cada um lutando para ajudar o outro e seguir em frente. Estória emocionante!

Nota:

3 comentários:

Thais Priscilla disse...

Li o primeiro e estou esperando pra poder ler esse. A estória é bem legalzinha e é uma boa leitura para as férias *-* adorei a resenha!

- LoolaB disse...

Oh Good.
já tive com um pedido pra comprar essa trilogia, mas aiinda não rolou aquela vontade.
Talvez seja pelo fato de ter ouvido muitas críticas a história e tal.
Maaas com a sua empolgação eu me empolgo tambéém 0/

Beijos!
@pirulitolimao

Cristiane Silva disse...

Achei esse super fofo e foi melhor que o primeiro. Adoro essa série! Fofa demais *-*