24 de abril de 2012

#Indicação - Filme: Mulan

Mulan - 1998

A história se passa no ano 450 d.C., quando o vilão Shan-Yu, líder dos Hunos (na verdade os Xiongnu), invade a China Imperial, revoltado com a construção da Grande Muralha. O Imperador ordena que um homem de cada família seja convocado para servir ao exército e ajudar na expulsão dos invasores. A jovem Fa Mulan, sabendo que seu pai, o ex-soldado Fa Zhou, está velho e doente e, portanto, não resistiria à guerra, decide assumir o lugar dele, se disfarça de homem e se apresenta no exército com a armadura e a espada de seu pai. Os ancestrais da família Fa sabem que se seu segredo for descoberto ela será condenada à morte por traição e decidem mandar o Grande Dragão de Pedra (uma espécie de deus supremo da Mitologia Chinesa) para trazê-la de volta. Mas o dragãozinho Mushu, cuja única função no templo é fazer soar o gongo para acordar os outros ancestrais, quebra acidentalmente a estátua do tal dragão ao tentar fazê-la ganhar vida e, temendo a ira dos ancestrais, resolve, às escondidas, ajudar Mulan a voltar vitoriosa da guerra e assim conseguir se tornar guardião da família.

Mulan é um dos maravilhosos clássicos da Disney que permearam minha infância e, desde então, tornou-se um dos meus favoritos, ao lado de outros filmes como Anastásia (resenha aqui), Vida de Inseto, Hércules, A Bela e a Fera. Uma história de coragem, amor e tradições.
Na China imperialista, a família era patriarcal e, em caso de guerra, todos os homens deveriam deixar suas famílias para lutar em nome do imperador. Era uma questão de honra. Mas com a invasão dos Hunos à China e o rastro de destruição que tem deixado pelos povoados chamou a atenção do imperador.
Enquanto isso, Mulan está treinando para impressionar a casamenteira, mas com seu espírito aventureiro e inquieto, quase deixa a própria família na mão. Para os chineses, conseguir a atenção da casamenteira e, consequentemente, ter a filha designada a um bom partido é uma questão de honrar o nome da família, principalmente de seus ancestrais.
Preparada para visitar a mulher irritante e sargentona, a única casamenteira de sua vila, Mulan é equipada com todos os amuletos da sorte possíveis (até mesmo um grilo vivo!), mas ainda assim, sua visita é mais do que desastrada. Decepcionada pelo fracasso, a jovem tem vergonha de encarar o pai, afinal, aquela visita era tudo para ele.
Mas quando as tropas do imperador aparecem, convocando a todos os homens, o pai de Mulan deixa o ferimento na perna de lado e aceita de pronto o chamado para lutar pela China. Revoltada com o descaso que as tropas e o próprio imperador mostraram por seu pai, que já serviu antes ao país, Mulan decide tomar as rédeas da situação e, em uma mudança radical, disfarça-se de homem e foge de casa.
Preocupados com o que pode acontecer a ela se, no exército, descobrirem que ela é uma mulher, a família pede ajuda aos ancestrais e eles decidem enviar o grande dragão guerreiro. Para isso, pedem a Mushu que desperte a grande estátua de pedra que, acidentalmente, ele acaba partindo em mil pedacinhos. Cheio de si e crente que conseguirá fazer o trabalho por si só, o próprio dragãozinho parte em busca de Mulan.
Durante o treinamento do exército chinês para combater os Hunos, Mulan encontra personagens peculiares e fica surpresa com o universo masculino que presencia bem diante de seus olhos. Mas, no final, todos eles deverão permanecer unidos e deixas as desavenças de lado para lutar por um bem comum: a segurança do país. Ao mesmo tempo, Mulan deverá manter o disfarce, esconder sua crescente paixão pelo comandante das tropas e mostrar a todos que é possível derrotar os Hunos.
Eu adoro esse filme porque, ao mesmo tempo em que mistura músicas, retrata um pouco da cultura chinesa, a organização da sociedade e suas crenças, e uma revolução, afinal, uma mulher no meio das tropas era algo inadmissível. Em face de cenas de destruição, deixada pelos Hunos, somos brindados com o bom humor de Mushu e Mulan, além dos seus mais novos amigos nas tropas.
Além de tudo, é uma história que mistura romance, determinação, boas trapalhadas e uma ótima história de aventura! Sem dúvida, marcou e muito a minha infância e, inclusive, a edição especial da Barbie como Mulan era a minha preferida!
Deve estar na lista de qualquer amante de animações da Disney e curioso para saber um pouquinho mais sobre a cultura chinesa.

Nota:


6 comentários

  1. Gabrielle Santana24 de abril de 2012 23:41

    Adoooooro esse filme !!
    Principalmente o Mushu *-*
    Beijo, beijo

    ResponderExcluir
  2. *-* minha reação a ver este post foi> ownnnnnnnn *-*

    Amo demais este filmeeee

    ResponderExcluir
  3. Eu já assisti esse filme e também gostei da animação, embora não tanto quando você rs O filme é bem engraçado e tem uma aventura legal! o personagem do dragãozinho acho que é o melhor, muito engraçado!

    ResponderExcluir
  4. Mulan marcou minha infância rsrsrs Mushu é tão engraçado que eu decorei as falas dele e de vez em quando elas surgem na minha cabeça e eu começo a rir sozinha kkk

    xx




    Em 2 de maio de 2012 13:49, Disqus escreveu:

    ResponderExcluir
  5. Não, nunca fui apaixonadooooo nos filmes da Disney, mas pra quem gosta né...!

    Abraços!

    http://viagemaocentrodoslivros.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  6. Pra quem gosta é um colírio para os olhos, embora alguns acabem sendo um pouco decepcionantes! Uma pena que você não é fã, tem uns bem legais e inesquecíveis! ;)

    xx




    2012/5/11 Disqus

    ResponderExcluir

Agora que você já leu o post, que tal deixar um comentário? Não custa nada e você faz uma blogueira feliz! :D
Obrigada e volte sempre!!!

xx