terça-feira, 18 de dezembro de 2012

#Resenha: Tokyo Mew Mew 03 - Reiko Yoshida

Tokyo Mew Mew #03
Autora: Reiko Yoshida
Editora: Panini Comics
Número de páginas: 184
Sinopse: "Meu nome é Ichigo Momomiya e tenho 12 anos! Com a ajuda de poderes de animais em extinção, luto pela preservação da Terra! Eu e minhas companheiras de equipe descobrimos que devemos encontrar as "Mew Aqua" para combater nossos inimigos! Mas... Essa não! O Aoyama-kun me viu como uma "Mew Mew"!! Nyah!!"

Resenhas anteriores:

Até agora conhecemos nossas mew mews, fomos apresentados ao nosso principal vilão Quiche Dren e ao propósito das mutações: encontra a Mew Aqua para salvar o planeta. Ainda luto para adequar a leitura aos nomes que estou acostumada, então vou substituindo tudo na cabeça para os nomes americanos. Bobeira minha, mas pelo menos acho que tudo pode ficar menos esquisito, afinal, quem nomeia um vilão através de uma comida?
Nesse terceiro volume, Ichigo Zoey apareceu sem querer como mew mew gatinha para Aoyama Mark e acredita estar em muitos problemas por ter sua identidade revelada. Ao mesmo tempo, Quiche Dren é colocado "de castigo" por não estar cumprindo as ordens do mestre, Deep Blue (é, esse não tem tradução para o inglês), para instalar o caos em Tóquio e lidar com as gatinhas. Na verdade, acho que todos se lembram das minhas citações anteriores sobre sua obsessão com a Ichigo Zoey. Então, dois outros vilões entram em cena: Pie Sardon e Tart Tarb (ok, esse último não mudou taaaanto assim), tentando lidar com nossas heroínas, mas digamos que eles não tem ideia de com quem estão lidando.
Um ponto importante que eu não posso deixar de comentar é a primeira transformação da Ichigo Zoey em gatinha, literalmente. No anime, essa era a parte que eu mais gostava porque, realmente, ela fica muito fofa e com o guizo que sempre usa no pescoço, tudo ainda faz mais sentido. E ela não só passa por apuros enquanto nessa forma, tudo por causa de uma forte aderência do seu corpo ao DNA felino e à sua dificuldade em controlar as emoções, como presenciamos uma maior aproximação entre ela e o Aoyama Mark que, na minha opinião (que nunca mudou), é um bobão lerdo.
Eventualmente, Ichigo Zoey acaba chegando às próprias conclusões sobre como as alterações em seu corpo podem ser controladas, embora ela não se torne expert nisso imediatamente. Salva por um outro gatinho, o que me fez lembrar vagamente sobre a participação dele no anime, Ichigo Zoey já tem outros problemas com que lidar: um enorme casulo ameaça romper sobre a cidade e, quando o fizer, contaminará o ar, prejudicando a todos.
Voltando rapidamente na questão do gatinho, tenho dois palpites: ou é o Shirogane Elliot que, em se tratando de um pesquisador rico e mimado, pode ter alterado o próprio DNA também, talvez até sem querer ou de propósito mesmo, vai saber... ou, então, pode ser o Aoyama Mark, embora eu torça mais para a primeira opção. Sei que esse gatinho ainda vai salvar a pele da Ichigo Zoey mais algumas vezes, pelo menos era assim no anime.
E como a vida de nossas gatinhas não é nada fácil, essa questão do casulo provavelmente se desenvolverá no próximo volume, ou então, no que vier depois. Mas não para por aí; antes que eu possa finalizar essa resenha com o mistério que nos aguarda na próxima vez, preciso chamar a atenção para outra coisa. Ou a minha mente já perdeu qualquer filtro de inocência e absorve tudo com segundas intenções ou existe, de fato, muita tensão sexual nessa série. #prontofalei
Do jeito que terminou, preciso correr pegar o próximo volume e, depois, comprar o resto para finalizar de uma vez. Muita história pela frente e não vejo a hora de finalizar e descobrir o final, embora já tenha minhas suspeitas de que será (quase) como o do anime. Pelo menos, eu espero!

Nota:


5 comentários:

Clara Beatriz disse...

Vê, da forma que você fala e avalia esses mangás dá até vontade de ler agora mesmo. Fiquei super curiosa, achei a capa tão fofa, com esses moranguinhos!

Thaynara ribeiro disse...

Amo mangas não conhecia essa história, atualmente tô vendo o anime de Death Note , vou tentar conseguir esse pra mim.

Fernanda Faria disse...

Eu nunca fui muito de gostar de mangás, a não ser Sakura. Mais eu gostei muito desse achei bem interessante. Acho tão fofinho o jeito que você fala de mangás! *-*

Layse Hana disse...

Não entendo muito a respeito de mangas mais adorei a capa ea historia desse
xoxo

Amanda Valverde disse...

Vou ver se começo a ler esse *-*

amanda.valverde2@hotmail.com