quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

#Indicação - Filme: Histórias Cruzadas

Oi gente!

Nossa, mal fiz meu cadastro para tirar carteira de motorista e minha vida já está toda bagunçada. Sem contar que estou dando uma geral no meu quarto, tirando coisas que não quero mais para doar/reciclar, meus pais vão pintá-lo, colocar uma nova estante...vixi, vai ser corrido! rs
Mas, felizmente, depois que tudo estiver terminado, serei uma pessoa mais leve e realizada!
A indicação de hoje é maravilhosa!

Histórias Cruzadas (The Help) - 2011

Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.



Uma história emocionante refletida em um filme maravilhoso. Histórias Cruzadas foi um dos últimos filmes que assisti em 2011 e fiquei completamente estupefata. A história se passa nos anos 1960 quando a segregação social ainda era muito forte nos Estados Unidos, principalmente nos estados do Sul. Os negros eram considerados inferiores, portadores de doenças e tudo quanto era tipo de preconceito. Tomavam conduções diferentes, usavam banheiros diferentes, talheres etc.
Mas isso é tratado no filme até que com bom humor. Embora a raiva aflore em alguns momentos, também nos divertimos um pouco. Temos os dois pontos de vista: das empregadas domésticas, principalmente de Aibileen e Minny, e o das madames, como Hilly e Eugenia. Enquanto as garotas se reúnem na alta sociedade, com seus cigarros, música e muito laqué no cabelo, as empregadas são as maiores responsáveis não só por manter a ordem na casa como também, na maioria dos casos, por tomar conta dos filhos das patroas e, é claro, aguentar desaforos todos os dias.
Só que tudo muda quando Eugenia, mais conhecida como Skeeter, consegue um emprego no jornal de Jackson e precisa trabalhar respondendo às cartas de uma coluna sobre limpeza. Ela, então, pede ajuda a Aibileen para respondê-las, só que suas ideias logo voam para bem mais longe enquanto presencia o tratamento que suas amigas devem às empregadas. Ela decide que precisa dar voz a essas mulheres que, assim como os brancos, também tem problemas e que, acima de tudo, precisam ser tratadas como iguais.
Então ela começa uma missão: escrever os relatos das empregadas domésticas. No entanto, Skeeter encontra muita resistência de início mais pelo medo que assola essa classe tão reprimida. Mas, aos poucos, ela consegue a confiança e, após um evento chocante e uma revelação mais que engraçada, a jovem jornalista consegue entender um pouco mais sobre como é ser uma empregada doméstica. Ela passa a conhecer seus dramas, suas histórias, suas angústias, torna-se uma verdadeira ajudante para esse passo tão importante.
Eu não li o livro (ainda), mas o filme me deixou muito curiosa para saber se há algo a mais que talvez o filme não tenha retratado. Me emocionei várias vezes, principalmente quando Skeeter precisa escrever um pouco mais sobre a empregada que trabalhava na sua casa, que a criou e que foi embora repentinamente. Esse, para mim, foi o mais emocionante. É um filme incrível, engraçado, triste, especial. Realmente chama a atenção e precisa estar na lista de todos. Sem falhas, sem defeitos, para mim, foi uma ótima experiência.

Nota:


10 comentários:

Clara Beatriz disse...

Quando olhei a imagem, achei que seria um filme bem engraçado, mas depois que li sua resenha vi que é completamente diferente daquilo que eu imaginava. Acho esse um tema bem difícil de ser retratado, o preconceito era muito grande antigamente. Achei o filme bem interessante, fiquei bem curiosa!

Gladys Sena disse...

Ah eu amei esse filme!


Como curto temas mais dramáticos esse filme tem o tom certo, ;)


A Viola Davis dá um show de interpretação, ;)


Fiquei com vontade de ler o livro. Assim que surgir uma promo boa pretendo comprá-lo, \0/

Gladys Sena disse...

Clara o preconceito retratado nesse filme, infelizmente, ainda pode ser visto nos dias de hoje, pois são em situações do cotidiano sabe, são nas situações corriqueiras que as pessoas demonstram o que realmente pensam e quem são.


Vale muiiito a pena assisti-lo!

Kelry Caroline disse...

Amo a atriz principla, amo as atuações dela.

Fernanda Faria disse...

Eu ainda não vi esse filme, e apesar de não curtir muito o gênero, tenho certeza que vou amar *-* Deve ser extraordinário, a Viola é uma tremenda atriz.
beijos

Letícia Andrade disse...

Tenho muuuita vontade de ver esse filme desde que o vi no oscar *-*

Gabriel Sousa disse...

Já vi o filme e adoreeeeei *-*
Ao mesmo tempo que é bem engraçado tem situações pra lá de emocionantes!
Gostei bastante mesmo'

Virginia de Oliveira disse...

Também amei esse filme, ri eme emocionei muito com ele do início ao fim. Não li o livro também mas fiquei com muita vontade ler.

Amanda Valverde disse...

Me falaram desse livro, será que é bom? A resenha ta otima!

amanda.valverde2@hotmail.com

JessicaLisboa disse...

Minha amiga viu no cinema e falou que ele é otimo, quero assisti-lo pra saber se realmente é emocionante como dissem ser.