sexta-feira, 15 de novembro de 2013

#Indicação - Série: The Blacklist


The Blacklist - Exibida nos EUA pela NBC e no Brasil pela Sony.
Número de Temporadas: 1 (em andamento)


Sobre o que fala?

Durante décadas o ex-agente do governo Raymond “Red” Reddigton foi um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Fazendo acordos obscuros com criminosos ao redor do mundo, Red ficou conhecido por muitos como “O Guardião do Crime”. 
Misteriosamente se entrega e faz uma oferta explosiva: Delatará todos os delinquentes com os quais agiu e que se acredita estarem mortos, mas sua única condição é que só está disposto a trabalhar com uma nova agente do FBI, Liz Keen.
Isso desencadeará uma série de eventos tortuosos à medida que começa a corrida para prender terroristas. Quais são as verdadeiras intenções de Red? Por que escolheu Liz, uma mulher com a qual não tem nenhuma vinculação? Será que Liz tem seus próprios segredos?
Red ensinará Liz a pensar como uma criminosa e enxergar além das aparências... Quer queira, quer não.
Descubra a lista negra de políticos, mafiosos, espiões e terroristas internacionais. 


Minhas convicções:

Tive a sorte de começar a assistir The Blacklist logo que o canal Sony a estreou. À primeira vista, não encontrei nada de novo: um criminoso muito esperto que aceitaria ajudar o FBI em troca de imunidade. Parece familiar? Por um momento, me lembrou a história de White Collar. No entanto, ao contrário da perspicácia de Peter Burke ao lidar com Neal Caffrey, em The Blacklist temos um FBI um pouco mais... incompetente.
Reddigton claramente dá as cartas desde que chega e, a primeira delas é tratar apenas com a mais nova profiler (agente responsável por montar os perfis dos criminosos para tentar compreender padrões que o levem a cometer tais atos) do FBI: Elizabeth Keen. Nem preciso dizer que o receio por parte dos agentes os deixa mais do que lentos. Enquanto Red está mais que disposto a realmente colaborar, o FBI está com um milhão de pés atrás e demora demais a realmente seguir as pistas que o criminoso lhes dá de bandeja. Isso, por si só, já causa muita irritação.
Até que todo mundo finalmente entre nos eixos, são vários momentos de descrença, receio e, claro, lentidão. Mas depois a coisa fica boa. Red é muito bem relacionado, principalmente no mundo do crime, e é de lá que ele tira a chamada "Blacklist" (em português: lista negra). Ele oferece os nomes dos principais criminosos de seu ramo, pessoas que o FBI, muitas vezes, está na cola há anos ou sequer ouviu falar. Red é o sonho de qualquer agente do bureau: aquele que sabe de tudo e, melhor ainda, está disposto a falar, mesmo que nas condições dele.
Enquanto isso, temos a presença de Liz, a novata. Bem perdida e insistindo em confiar no lado errado, demora alguns tropeços bem feios para que ela finalmente aceite que a ajuda de Reddigton é essencial para obter sucesso em suas missões dali para frente. E isso inclui certa suspeita sobre seu marido. Há algo nele que Liz se recusa a enxergar e que nos deixa pensando que tipo de "cara normal" ele pode ser. Mas Red deixa avisado logo desde o início que ele não é tudo o que aparenta.
Várias questões são levantadas enquanto fui passando pelos episódios. Por que Red exigiu que Liz fosse seu único contato? E por que ele insiste em alertá-la sobre o marido e, ao mesmo tempo, tenta ensiná-la a ver as questões como uma criminosa? Será que seu interesse por ela vai além de seu potencial? Ou isso nada tem a ver com talento? As teorias serão melhor elaboradas no decorrer desses episódios, precisamos descobrir bem mais de Red do que ele está contando. Existe um passado ali, uma história que parece estar movendo-o a agir dessa forma, a ajudar a eliminar esses nomes de sua lista negra.
Minha conclusão é que é uma série interessante, alianças entre criminosos e as agências do governo sempre dão um toque cômico, afinal, o conhecimento dessas pessoas tão hostilizadas pelos agentes os faz parecer perfeitos idiotas incompetentes. E Red é muito bem humorado, está disposto a ajudar. Resta ao FBI aceitar essa ajuda, por mais estranha que pareça, e melhorar o seu trabalho na caça a vários criminosos e terroristas, inimigos jurados de seu país.
Estou bem ansiosa para descobrir quem mais estará na lista negra de Red. Recomendo!


Onde?

Terças-feiras, às 21h no canal Sony.


Nota:


4 comentários:

Roseneia Santos disse...

Amo séries do gênero,sempre que poço acompanho,quando perco algum episódio vou para youtube!

Ricardo Biazotto disse...

Quando soube dessa série fiquei muito interessado, até porque é de um gênero que costumo gostar, mas estou acompanhando tantas séries que me recusei a assistir mais uma, que com certeza me deixaria atrasado com outras. Apesar do interesse, nunca li nada para saber mais sobre o enredo e todas as características da série, por isso posso dizer ser uma surpresa muito grata ler a sua postagem e saber que a série tem seu potencial, assim como imaginei ao ler a sinopse. Mas dessa vez, ainda com sua indicação, acho melhor deixar para outra oportunidade, mesmo que sempre que o FBI está envolvido me sinta atraído pelas histórias.


Beijos, Vê!
Ricardo - www.overshockblog.com.br

Jônatas Amaral disse...

A série estreou alguns dias depois de os Agents da Shield, e conferir todas as chamadas (pena que isso ocorreu na casa de primos), achei a série um tanto desinteressante de inicio, a única coisa que estava curtindo era a atuação do ator principal.
Não tive interesse em assistir, porém sua resenha me fez pensar um pouco mais...
Quem sabe.
Talvez...


Jônatas Amaral
Blog Alma Critica

Natalia Araújo disse...

Vou querer assistir, parece interessante mesmo.

Gosto de assistir séries *O*

Obrigada pela dica, Vê.

Um abraço.

M&N | Desbrava(dores)
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