terça-feira, 24 de junho de 2014

"I got #News for you..." 129


Arqueiro

Lançamento: Manhã de Núpcias




Leia um trecho abaixo:



Lançamento: O Resgate




Leia um trecho abaixo:



Grupo Editorial Autêntica

Lançamento: Avantesmas

Título: Avantesmas - 13 histórias clássicas de fantasmas
Autor: Claudio Blanc
Ilustração: Kako 
Páginas: 208
Editora: Autêntica Editora
Preço: R$ 39,00

“E estas são minhas histórias de fantasmas preferidas, as que julgo mais intrigantes, inspiradoras, um tanto aterrorizantes e – por que não? – divertidas. E, como os fantasmas trazem antiguidade, evocam outras épocas, falam de tempos passados, escolhi uma palavra antiga para dar nome a esta antologia: Avantesmas, que significa “fantasmas”, em português arcaico. Dessa forma, ressuscito, junto com os fantasmas, também uma palavra morta. Uma palavra estranha com a qual quero fazer você lembrar que, provavelmente, há alguém mais lendo estas histórias por cima de seus ombros. Alguém que você pode não estar vendo, nem sentindo, ou, sequer, percebendo.”

Assim o autor apresenta 13 histórias eletrizantes de alguns dos maiores escritores de todos os tempos:

• Guy de Maupassant 
• Robert Louis Stevenson 
• H. P. Lovecraft 
• Anatole France 
• Edgar Allan Poe 
• Ivan Turgueniev 
• Arthur Conan Doyle 
• Joseph Sheridan Le Fanu 
• William Butler Yeats • Leonid Andreiev 
• Pu Songling 
• Anton Tchekhov 
• Walter Scott

Sobre o autor

Sempre fui fascinado por histórias, a ponto de me tornar um colecionador delas. Penso como o escritor norte-americano Paul Auster, que disse que as pessoas precisam de histórias tanto quanto necessitam de ar e de alimento. Elas nos mostram caminhos, transportam nossa mente no tempo, criam emoções, informam, fascinam e nos tornam mais sábios. As histórias, de certa forma, aproximam-nos da magia.
E, por gostar tanto de histórias, tornei-me escritor, jornalista, tradutor e editor. Assim, elas se tornaram o objeto e o objetivo do meu trabalho. Por meio das histórias, desperto a memória dos mortos, visito eras passadas, viajo para países e mundos exóticos, conheço usos e costumes, modos e maneiras de todos os homens e mulheres que já viveram neste planeta e converso, por meio de texto, com as mentes mais brilhantes, vivas ou finadas. Porque é isso que acontece com qualquer um que lê, ouve ou reconta uma história: uma verdadeira mágica.
Um dos gêneros de que mais gosto são os contos de fantasmas de todas as épocas e povos, sejam folclóricos ou literários. Sempre impressionantes, eles nos mostram um aspecto crucial da nossa condição humana: a certeza da morte e a especulação do que virá depois – ou se haverá depois.
E estas são minhas histórias de fantasmas preferidas, as que julgo mais intrigantes, inspiradoras, um tanto aterrorizantes e – por que não? – divertidas. E, como os fantasmas trazem antiguidade, evocam outras épocas, falam de tempos passados, escolhi uma palavra antiga para dar nome a esta antologia: Avantesmas, que significa “fantasmas”, em português arcaico. Dessa forma, ressuscito, junto com os fantasmas, também uma palavra morta. Uma palavra estranha com a qual quero fazer você lembrar que, provavelmente, há alguém mais lendo estas histórias por cima de seus ombros. Alguém que você pode não estar vendo, nem sentindo, ou, sequer, percebendo.


Lançamento: Histórias no Varal

Título: Histórias no varal - Três cordéis de romance e aventura
Autores: Cristina Antunes (organizadora), Cordeis de João Melquíades Ferreira da Silva e Francisco das Chagas Batista
Ilustração: Ciro Fernandes 
Páginas: 80
Editora: Autêntica Editora
Preço: R$ 36,00

Em todo o mundo e em todas as culturas, além da literatura escrita, sempre existiu a tradição da literatura oral, e no Brasil não é diferente: em prosa ou em verso, os poetas populares cantam e contam e registram suas histórias por escrito. Essa literatura popular em versos é chamada de literatura de cordel. Ela pode ser definida, de maneira simples, como poesia narrativa, popular, impressa em folhetos.
Na maior parte das vezes, as histórias de cordel têm como núcleo um conjunto de problemas que devem ser solucionados pela inteligência e sagacidade do personagem. Nos romances de heroísmo e de cavalaria, ou seja, de aventura, os personagens são reis, condes, duques e princesas cujas histórias foram adaptadas pela literatura oral brasileira. Nas histórias românticas, o herói sofre, passa por dificuldades, enfrenta proibições, mas continua sempre leal ao seu amor e às suas crenças. No final, ele geralmente sai vitorioso, e seus inimigos, desacreditados ou punidos.
Este livro traz duas histórias românticas e uma de aventura, amostras dessa literatura que só enriquece nossa cultura popular.

Sobre os autores

Cristina Antunes (organizadora)

Curadora da Biblioteca José Mindlin, é graduada em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e tem especialização em Paleografia pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP). Publicou a transcrição paleográfica e tradução dos manuscritos São Paulo de Edmund Pink e As excelências do governador: o panegírico fúnebre a D. Afonso Furtado, de Juan Lopes Sierra (Bahia, 1676). Publicou também Memórias de uma guardadora de livros (2004) e diversos artigos relativos ao acervo da Biblioteca Mindlin, além de traduções de várias obras.

João Melquíades Ferreira da Silva e Francisco das Chagas Batista

João Melquíades Ferreira da Silva nasceu em Bananeiras, Paraíba, em 7 de julho de 1869 e faleceu em João Pessoa em 10 de dezembro de 1933. Cantador e poeta, é considerado um dos grandes nomes entre os primeiros autores de cordel. Atribui-se a ele a autoria de 36 folhetos.

Francisco das Chagas Batista nasceu na Vila do Teixeira, Paraíba, em 5 de maio de 1882 e faleceu em João Pessoa em 26 de janeiro de 1930. Em 1913 fundou a Livraria Popular Editora e se firmou como um dos intelectuais da época. Em 1929 publica o livro Cantadores e poetas populares. Não se sabe quantos folhetos produziu.


Lançamento: Quem conta um conto aumenta um ponto

Título: Quem conta um conto aumenta um ponto - Histórias criadas a partir de ditados populares
Autora: Bel Assunção Azevedo
Ilustração: Sônia Magalhães 
Páginas: 64
Editora: Autêntica Editora
Preço: R$ 34,00

Os ditados ou ditos populares, também conhecidos como provérbios, são sentenças que sintetizam e propagam a sabedoria de um povo.
Por vezes engraçados, maliciosos ou chistosos, por outras místicos ou doutrinários e exemplares, uns se valendo de linguagem metafórica, outros bastante concretos e literais, todos representam uma moral popular baseada no senso comum e fazem parte de um acervo maior, que pode ser chamado de tradição oral.
Este livro apresenta alguns ditados como ponto de partida para poemas e pequenos contos que brincam com seus significados. A escolha buscou contemplar ditos conhecidos e bastante divulgados, na crença de serem eles representativos da cultura popular brasileira e na esperança de que possam trazer à tona temas significativos para a compreensão de nossa realidade.

Sobre a autora

Descobri o prazer da leitura muito cedo e enveredei por mundos encantados, vivendo aventuras, esperando, sofrendo, gargalhando e até, de vez em quando, ficando um pouco furiosa!
Aprender a escrever também foi uma libertação que desvendou uma possibilidade inesperada: eu mesma podia criar mundos que nem sabia existirem dentro de mim.
Mesmo assim, não imaginava tornar isso uma profissão e, ao longo da vida, fui seguindo por caminhos muito diversos.
Nunca abandonei a leitura, mas confesso que escrevia muito pouco, sem expectativas, de forma desorganizada e muito pouco sistemática a meu ver, escrever, assim como ler, são processos a serem exercitados e aprimorados por toda a nossa vida.
Foi quando tive a oportunidade de trabalhar com meu pai, um escritor, e o mundo da literatura voltou a fazer parte do meu dia a dia.
Certo dia, batendo papo com ele, surgiu a ideia de escrever algo sobre palavras enroladas, e caraminholas foi a primeira que surgiu na minha cabeça talvez pela sonoridade.
Na época, eu estava experimentando escrever com métrica e rimas, e no primeiro original utilizei o modelo das nossas quadras populares. Mais tarde, resolvi unir os versos, mas sem abandonar a métrica, e foi daí que surgiu essa espécie de prosa poética que tenho usado em muitos de meus textos e acredito trazer um ritmo interessante à leitura oral.
Sendo muito sincera, sempre tive caraminholas na cabeça! Achava que elas não serviam para nada e apenas usufruía delas por um prazer pessoal, sem maiores objetivos.
Descobrir que as minhas caraminholas, se trabalhadas e aperfeiçoadas ufa! , podem se transformar em livros e trazer, sobretudo, prazer a outras pessoas, tornou minha vida muito mais cheia de sentido!


Lançamento: nós 4

Título: nós 4
Autores: João Anzanello Carrascoza, Vivina de Assis Viana
Ilustração: Christiane Costa 
Páginas: 128
Editora: Autêntica Editora
Preço: R$ 37,00

Dois jovens apaixonados trocam mensagens à distância; dois autores talentosos escrevem um livro por e-mail, a quatro mãos.
Este livro é composto por duas trocas de correspondência independentes (porém ligadas) entre dois pares de amigos. De um lado, Juju e Rafa, personagens, vizinhos em São Paulo, dois jovens que se gostam e são muito próximos, até que a mudança da família de Rafa para os Estados Unidos os separa, obrigando-os a manter contato por e-mails. Na troca de mensagens, os dois relatam suas experiências, expõem suas ideias sobre a vida e mostram todo o afeto que os une, mesmo à distância. Do outro lado, Vivina e João, os autores do livro, que escreveram a história juntos, por e-mail, e trocam mensagens sobre a elaboração do texto. No projeto gráfico, é como se o livro começasse dos dois lados. A correspondência entre Juju e Rafa começa de um lado do livro, enquanto a correspondência entre Vivina e João começa do outro lado, o que faz com que as duas trocas de mensagens terminem no mesmo ponto, ou seja, no meio do livro – que tem duas capas.

Sobre os autores

João Anzanello Carrascoza

Muitas vezes, a gente só se dá conta das coisas quando elas já passaram. 
E passaram definitivamente. Difícil perceber as coisas acontecendo e apreendê-las quando ainda estão à nossa mão. (Ainda bem que o Rafa, logo que chegou em Athens, resolveu escrever e se declarar para a Juju.) Foi por isso que me tornei escritor. Contar uma história, para mim, é uma tentativa de apreender o instante vivido, não deixar que ele passe sem sentir plenamente a sua presença.
Escrevi muitas obras para crianças, jovens e adultos. Acho que não há idade para se ler um livro: toda história traz um rio dentro dela – nem sempre tão grande quanto o Mississippi –, e cada leitor apanha a água que cabe em suas mãos. O volume do silêncio, O homem que lia as pessoas, O aprendiz de inventor, A vida naquela hora, Amores mínimos e Aquela água toda são alguns de meus livros.
Comecei a escrever aos 17 anos, quando me mudei de Cravinhos, cidadezinha do interior paulista onde nasci, para São Paulo, onde fui estudar Comunicação Social e onde vivo até hoje. Trabalhei como redator de publicidade durante muitos anos e sou, há tempos, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e da Escola Superior de Propaganda e Marketing.
Tenho conhecido pessoas singulares, como a Vivina – eu estava atento quando a conheci, assim ela não passou pela minha vida, ela segue presente em mim. Com a Vivina, tive a alegria de escrever esta história. Dupla história, aliás. Espero que você tenha gostado e que as duas sigam juntas na sua memória.

Vivina de Assis Viana

Houve um tempo, às vezes chamado de antigamente, em que as cartas precisavam ser levadas ao Correio. Dias, meses depois, costumavam chegar ao destino.Pertenço a esse tempo. O destino das minhas primeiras cartas era uma fazenda do interior mineiro, onde minha mãe as esperava com ansiedade. Queria saber da filha, criança, nem 9 anos, trancada em um internato de São João del-Rei.
Letra tímida, acanhada, a filha ia sempre bem, estudando, rezando, se alimentando, sonhando com o time de vôlei, privilégio de alunas maiores. De vez em quando, a letra da mãe, firme e uniforme, também chegava ao destino, dizendo que o mundo – pai, avó, Tiche, jardim, bichos, mangueiras, córrego – ia sempre bem.
Tantos paraísos se justificavam. Lidas anteriormente pelas freiras, as cartas que saíam do internato – e as que chegavam – só seriam enviadas ou entregues se o mundo abordado fosse cuidadosamente bordado.
Valeu, sempre vale. Fui aprendendo a ler e a escrever nas entrelinhas (minhas e alheias), exercício que segue me fascinando. 
Neste livro, nós 4, não foi diferente. Ainda que tudo – correio eletrônico, ferramentas,cartas/mensagens/e-mails – ainda que tudo me indicasse que o tempo era hoje e agora, em vários momentos me senti criança, nem 9 anos, procurando segredos em linhas e entrelinhas enviadas pelo João. Como se o tempo não tivesse passado, como se eu já não tivesse escrito alguns livros – O dia de ver meu pai, O mundo é pra ser voado, Ana e Pedro, O barulho de tempo, O jogo do pensamento, Os passarinhos do mundo, Será que bicho tem nome? –, como se não morasse em São Paulo há muito tempo, desde 1968.


Lançamento: Bobagens Anônimas

Título: Bobagens anônimas - Um enigma para o exército do Condomínio Pérola
Autor: Lauro Elme
Ilustração: Rogério Borges 
Páginas: 80
Editora: Autêntica Editora
Preço: R$ 36,00

Bobagens anônimas – um enigma para o exército do Condomínio Pérola tem como núcleo as aventuras dos dois protagonistas: o narrador e sua colega Raquel. Em textos escritos nas carteiras de sua sala de aula, eles descobrem uma troca de mensagens enigmáticas. Agindo como detetives, seguem pistas e descobrem uma relação entre as mensagens e um ato de vandalismo no Colégio Professor Esmeraldo Meireles, onde cursam o 6º ano. Aprofundando as investigações, descobrem um plano ainda mais assustador. O que fazer para enfrentar esse enorme desafio?

Sobre o autor

Nasci em Lorena, no interior do estado de São Paulo. Com um ano de idade fui para a capital, mas as melhores lembranças de minha infância estão em Lorena, mais precisamente, na casa dos meus avós. 
Lembro-me de passar as férias sob a sombra de uma enorme mangueira no pomar, lendo. Isso quando não estava empinando pipa com meu irmão, chupando laranja do pé ou batendo o sino da pequena igreja de São Sebastião, com meu tio.
Sempre gostei de ler, indo dos clássicos aos vanguardistas sem nenhum preconceito. Sempre gostei de ler, mas só comecei a escrever depois de adulto.
Entre outras atividades, já fui animador de festa infantil, ator, professor, redator de jornal e diretor de arte. Acho que essas tarefas acabaram colaborando para minha entrada no mundo das letras. A inspiração para minhas primeiras aventuras infantojuvenis veio das histórias que costumava contar para meu filho quando passeávamos pelas ruas de Praia Grande, cidade do litoral sul de São Paulo, onde moro atualmente.
Bobagens anônimas é um dos livros que mais gostei de escrever. Ele nasceu em vinte dias, num frenesi de levantar/comer/escrever/dormir. Quando escrevo, trato o livro como um leitor, curioso em saber o que acontecerá na página seguinte, esquecendo que sou eu quem terá que escrever a página seguinte. Até hoje tenho certa compulsão pela leitura. Leio até me cansar e, quando canso de ler, pego um livro para passar o tempo. Para escrever bem é preciso ler bem.


Gente

Lançamento: Mad Men e a Filosofia

Título: Mad Men e a Filosofia
Autores: James B. South e Rod Carveth Selo: Gente
Páginas: 296
Gênero: Entretenimento e Filosofia
Tradução: Henrique Amat Rego Monteiro
Preço de capa: R$ 29,90

Descubra o que há por trás da série mais viciante dos últimos tempos

Mad Men se tornou uma verdadeira mania mundial, entre um roteiro instigante, um elenco incrível e a produção que leva os espectadores diretamente para os anos 1960, a série se tornou irresistível e ganhou públicos de todas as idades.
Muito mais do que entretenimento, Mad Men nos fez olhar para nossas vidas e escolhas. A partir dos casos ambientados na Sterling Cooper, conseguimos questionar nossos desejos, nossos amores e nossas motivações. As coisas nas quais acreditamos são mesmo o que parecem?
Don Draper é um homem bom? E o que Joan pode nos ensinar sobre escolhas difíceis? Existe ética na propaganda? Podemos chamar Roger Sterling de herói existencial?
Entre os sedutores almoços regados a martínis, saias lápis elegantíssimas e muito laquê, Mad Men se torna ainda mais viciante quanto mais profundamente é analisada. Descubra de um jeito divertido e fácil como os assuntos que a série traz fazem referência aos grandes pensadores da filosofia universal.
Nada é o que parece, desvende Mad Men.

- Mad Men foi considerada a 2ª melhor série de 2013 pela coluna da jornalista Fernanda Furquim, da Veja.
- A série está em sua última temporada, portanto este é o melhor momento para trabalhar o livro.
- Os livros que analisam os conceitos de filosofia nas séries de sucesso como House, Simpsons e Lost têm forte receptividade pelo público aficionado em séries.

Sobre os autores:

James B. South é presidente do departamento de filosofia da Universidade Marquette. Foi editor dos livros Buffy, a caça-vampiros e a filosofia (Madras, 2004) e Bond and Philosophy.


Rod Carveth é professor assistente no departamento de Meios de Comunicação em na Faculdade Estadual Fitchburg.


Lançamento: Manual da Gravidez

Título: Manual da Gravidez
Autor: Sarah Jordan e Dr. David Ufberg
Subtítulo: Informações, dicas e conselhos essenciais para futuros papais e mamães
Selo: Gente
Páginas: 224
Gênero: Autoajuda
Tradução: Cissa Tilelli Holzschuh
Preço de capa: R$ 24,90

Estar grávida é um momento único, cheio de emoção, mas também de dúvidas e incertezas. O mistério da vida é tão complicado que mesmo as mães que já passaram por uma gravidez ainda têm questões. E não param de surgir especialistas e novas teorias sobre como os pais devem se comportar durante esse período. Fica difícil filtrar e escolher o melhor caminho. Beber durante a gravidez: pode? Fazer exercício? O que acontece depois do terceiro mês? Como se preparar para o temido e antecipado parto? O cérebro da mãe muda durante a gravidez? Como assim?
Um livro direto, simples e prático para todas as mamães e todos os papais viverem esse momento de maneira descomplicada e divertida. Um livro que já vendeu mais de 350 mil cópias nos Estados Unidos e ajudou milhares de futuras mães e futuros pais.

- Mães – e também os pais –, sejam de primeira viagem ou não, sempre têm muitas dúvidas e o livro é um manual curto, prático e completo para todas as fases da gestação.
- O livro já vendeu 350 mil exemplares nos Estados Unidos.
- O primeiro livro da série, Bebê: manual do proprietário, vendeu muito bem.
- Uma pesquisa do Hospital do Servidor Público Estadual revelou que 68% das mulheres engravidam sem planejamento – nosso livro tem tudo o que elas precisam saber.

Sobre os autores:

Sarah Jordan já escreveu para revistas e jornais, incluindo Parents, Parenting, Philadelphia Magazine e The Philadelphia Inquirer. Ela também é coautora de The Worst-Case Scenario Survival Handbook: Parenting e The Worst-Case Scenario Survival Handbook: Weddings. Ela mora na Filadélfia com o marido e dois filhos.


David Ufberg, MD, é um obstetra e ginecologista do Hospital da Pensilvânia, na Filadélfia. Escreveu várias publicações de pesquisa e recebeu muitos prêmios de ensino. Ele é um marido dedicado, pai de três filhos e já entregou milhares de bebês.


Lançamento: Um País Chamado Favela

Título: Um país chamado Favela
Subtítulo: A maior pesquisa já feita sobre a favela brasileira
Autores: Renato Meirelles e Celso Athayde
Selo: Gente
Páginas: 168
Gênero: Negócios
Preço de capa: R$ 29,90

Se as favelas fossem um estado, seriam o quinto mais populoso da federação, capaz de movimentar 63 bilhões de reais a cada ano.
A pesquisa Radiografia das Favelas Brasileiras reuniu números surpreendentes e reveladores sobre este território, muitas vezes estigmatizado pelo senso comum. Da pesquisa surge este livro, que mostra que é difícil entender o Brasil sem entender as favelas, unindo o rigor científico das pesquisas de opinião com o conhecimento prático dos moradores de favela.
O universo da favela real parece ainda invisível à grande mídia, aos intelectuais e a boa parte dos planejadores de negócios, que ignoram e desprezam seu poder transformador. Estamos diante de um novo cenário nas favelas do Brasil. Então, quais são os perfis que se revelam e as perspectivas que trazem à nossa sociedade?
Os autores desmistificam a favela de hoje apoiando-se em informações inéditas, mostrando que esse é um território não apenas importante e em desenvolvimento, mas também uma área de grandes e compartilhadas oportunidades – o coração vibrante do Brasil.

- A favela é um tema de forte relevância social, em vista que 6% da população brasileira hoje vive nessas áreas periféricas.
- Renato Meirelles e Celso Athayde são grandes nomes do estudo das favelas do Brasil e fundadores do Instituto Data Favela. São autores extremamente midiáticos.
- Essa é a primeira e única pesquisa sobre a favela no momento.

Sobre os autores:

Renato Meirelles é presidente do Data Popular, primeiro instituto de pesquisa no Brasil especializado em “mercados emergentes” que hoje é referência no conhecimento das classes C, D e E. Foi colaborador do livro Varejo para Baixa Renda(Fundação Getulio Vargas) e autor do Guia para enfrentar situações novas sem medo (Saraiva). Em 2012, fez parte da comissão da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) que estudou a nova classe média brasileira. Em 2013, junto com Celso Athayde, fundou o Data Favela.


Celso Athayde é produtor de eventos e ativista social, especializado nas favelas e periferias. Criador do Top C.U.F.A, Prêmio Anú, Taça das Favelas, Liga de Basquete de Rua. Nasceu na Baixada Fluminense (RJ) e cresceu na Favela do Sapo. Celso escreveu os livros Falcão - Meninos do Tráfico, Mulheres e o Tráfico e Cabeça de Porco, os dois primeiros com o Rapper MV Bill e o último com MV Bill e o sociólogo Luiz Eduardo Soares. Em 2013, deixou a Cufa e criou a primeira holding do Brasil focada em favelas, a Favela Holding.


Única

Lançamento: Conquista

Título: Conquista
Autora: J. C. Reed
Selo: Única Editora
Páginas: 288
Gênero: Ficção
Tradutor: Júlio de Andrade Filho
Preço de capa: R$ 29,90

Encontrar Jett foi um verdadeiro azar. Perigoso, imprevisível. Um cara que era melhor evitar. Nesse jogo, porém, as apostas são altas. Vale a pena o risco?
A continuação da história de Brooke e Jet mergulha de vez nas armadilhas do amor e da sensualidade.
Brooke Stweart sempre achou que esquecer é algo muito difícil. Entretanto, perdoar é impossível. Quando o homem em que ela confiava a traiu, a única opção que ela tinha era seguir em frente. Brooke está determinada a começar uma nova vida, até que reencontra Jett: aqueles olhos verdes, sexy como o pecado. O homem que ela desejava. O homem que jogava sujo. O homem que a enganou.
Lindo e arrogante, Jett Mayfield sabe que cometeu erros. Ele poderia ter qualquer outra mulher que desejasse, mas era Brooke que ele queria. Quando uma segunda chance colide com os segredos da alma e Brooke precisa confrontar seu passado, ele se vê determinado a protegê-la. Ela aceita sua ajuda não só porque precisa dele, mas também porque não resiste a seus encantos. Desta vez, porém, o jogo será do jeito que ela quiser.
Segundo volume da trilogia Devoção.

- Best-seller das listas do New York Times, USA Today e Wall Street Journal.
- Sucesso digital: posição nº 65 de vendas anuais do Kindle em 2013.

Sobre a autora:


J. C. Reed é autora de diversos best-sellers e escreve seus romances contemporâneos sempre privilegiando o lado sexy e misterioso de seus personagens. Quando ela não está escrevendo, ela cuida dos dois filhos e conversa com seus fãs no Facebook. A trilogia foi destaque no The New York Times, no Wall Street Journal e no USA Today.


Espero que tenham gostado dos lançamentos de Junho e do que já vem por aí em Julho. Estou super ansiosa por Manhã de Núpcias e essa nova série da editora Única também parece ser bem legal. E vocês? Gostaram de algum título? ;)



8 comentários:

Érika Rufo disse...

Lisa Kleypas e Nicholas Sparks são meus escritores favoritos, estou ansiosa para ler esses dois livros!!

Franciele de Santana disse...

Gostei de Manhã de Núpcias, quero ler os livros de Lisa Keyplas.
Quem conta um conto aumenta um ponto, gosto de provérbios então parece interessante.
Gosto da melosidades de Nícholas.
Um país chamado Favela é bem interessante, como não vivo essa realidade gostaria de entender mais.

Raquel Pereira disse...

Estou louca pra ler os livros da Lisa Kleypas, parecem ótimos. E adorei também o novo lançamento do Sparks. Além de estar louca pela série Devoção.


Bjok

Desbravadores de Livros disse...

Nenhum dos livros da Arqueiro esse mês me encantaram; não leria nenhum. Uma pena, já que é uma das minhas editoras favoritas.
Por outro lado, gostei bastante do lançamento Avantesmas - 13 histórias clássicas de fantasmas. Gosto muito de livros com essa pegada. Esse, em especial, me pareceu ser ótimo.
Um País Chamado Favela também chamou a minha atenção. É bom ler esse gênero vez ou outra.

drielymeira disse...

Oiee ^^
Estou muuito ansiosa pela continuação d'Os Hathaways ♥ minha família favorita, e meu personagem favorito, Leo ♥
MilkMilks
http://shakedepalavras.blogspot.com.br

Lauro Elme disse...

Olá Vê. É uma grande alegria encontrar meu livo "Bobagens Anônimas" num blog tão legal, alegre e feliz quando o seu. Cheguei recentemente de Londres e entendo perfeitamente sua paixão por aquela cidade mágica. Um grande beijo e até um dia. Lauro Elme.

Luciana Campos disse...

Nossa, quantos lançamentos!
Não tenho interesse nos livros da Lisa Kleypas, mas sempre fico boba com as capas com esses vestidos impecáveis. Imagina se ela e a Kiera Cass fazem uma parceria? As capas seriam lindas, sem dúvidas.
Com relação aos outros títulos não me entusiasmei muito, fica pro próximo mês ^^

Luana Gantert disse...

Os livros da Lisa são lindíssimos e tenho vontade de começar a lê-los,mas a fila é tão grande que eles sempre ficam no final dela. Outro que tive interesse foi o do Sparks,mesmo prometendo não voltar a ler o autor nem tão cedo. Ainda estou me recuperando do "A última musica".