31 de dezembro de 2017

#Indicação - Filme: O Diário de Bridget Jones




O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones's Diary) - 2001

Bridget Jones (Renée Zellweger) é uma mulher de 32 anos que, em pleno Ano Novo, decide que já está mais do que na hora de tomar o controle de sua própria vida e começar a escrever um diário. Com isso, Bridget começa a escrever o mais provocativo, erótico e histérico livro que já esteve na cabeceira de sua cama, onde ela irá colocar também suas opiniões sobre os mais diversos assuntos de sua nova vida.


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Eis que, certo dia, vejo esse filme prestes a começar na TV quando não tinha nada mais para assistir. Sempre tendo ouvido falar tanto de Bridget Jones, resolvi dar uma chance ao filme sem nem saber ao certo aonde estava me metendo.
O resultado foi mais um filme entrando para o rol dos queridinhos, acompanhado de muitas risadas. Eu até agora não entendi como é que eu pude ficar tanto tempo sem saber quem era Bridget Jones. Isso quando existem tantas outras histórias do mesmo estilo no meu repertório de filmes que sempre devem ser revistos de tempos em tempos!
Bridget Jones é uma jovem mulher em seus 32 anos que se acha tristemente solteira em pleno Natal e Ano Novo. Com o novo ano que se inicia, ela decide que já passou da hora de dar uma reviravolta na própria vida e, para isso, contará com a confidência de um diário para escrever suas conquistas cotidianas em assumir o controle.
Mas tudo vai de mal a pior quando Daniel Cleaver, o chefe bonitão de Bridget decide que, finalmente, ela é um partido interessante. Em um primeiro momento, é o céu, Daniel não poderia ser um partido melhor e maior deus do sexo que Bridget poderia ter a sorte de encontrar. Por outro lado, não há nada além disso que possa salvá-lo em um relacionamento. Logo, essa jovem desastrada vai perceber que Daniel pode ter a voz macia e habilidades sexuais invejáveis, mas talvez ela esteja procurando por algo mais (e melhor).
Enquanto ela se esforça para perder peso, parar de fumar e diminuir as unidades alcoólicas que ingere praticamente sem controle algum, Bridget precisa lidar com os esforços incansáveis da mãe em arrumar um partido para a filha solteirona e assim ela esbarra constantemente com Mark Darcy, famoso advogado de direitos humanos e muito bem sucedido, o divorciado que todas as mães adorariam ter como partido para suas filhas, o que não é exceção para a mãe de Bridget.
Com uma incrível capacidade de falar pelos cotovelos e se envolver em confusão, ela não parece ter outra coisa a fazer senão passar vergonha diante de Mark, o que a afasta cada vez mais do advogado. Em contrapartida, seus amigos, Tom, Sharon e Jude fazem o que podem para levantar sua autoestima, mesmo que, para isso, seja preciso elogiar uma sopa de barbante azul e uma geleia confitada esquisitíssima.
Por ter tido a experiência com o filme antes do que com o livro que lhe deu origem, eu me diverti muito com a interpretação de Renée para essa personagem tão desastrada. O que, é claro, me deixou muito curiosa e ansiosa com a leitura e, finalmente, as comparações foram inevitáveis. Este ou esse personagem eram assim ou assado, isso não acontecia no livro, isso não acontecia no filme... Mas devo dizer que ambas as obras têm o seu mérito e sua boa dose de diversão.
Bridget Jones é tão estabanada que podemos nos identificar com pelo menos uma situação na qual ela se mete. E oscilando entre momentos de determinação e autocomiseração é impossível não se compadecer de sua procura por uma vida mais bem sucedida. Renée atribui a esta personagem um toque fofo e meigo que quase te obriga a ter compaixão de Bridget, por maior que seja a besteira que ela acabou de fazer.
Eu indico, sem sombra de dúvidas, O Diário de Bridget Jones. Ele é facilmente aquele filme para assistir à tarde, de fim de semana ou até quando está sem sono. Além de divertido, tem boas doses de romance e algum drama. Com certeza entrou para a lista dos meus favoritos e é aquele filme que não passará mais despercebido quando eu me deparar com ele na programação da TV.

Classificação final:

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