5 de agosto de 2020

#Resenha: Ninfeias Negras - Michel Bussi

 
Ninfeias Negras (Les Nymphéas Noirs)
Autor: Michel Bussi
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 352

"Giverny é uma cidadezinha mundialmente conhecida, que atrai multidões de turistas todos os anos. Afinal, Claude Monet, um dos maiores nomes do Impressionismo, a imortalizou em seus quadros, com seus jardins, a ponte japonesa e as ninfeias no laguinho.
É nesse cenário que um respeitado médico é encontrado morto, e os investigadores encarregados do crime se veem enredados numa trama em que nada é o que parece à primeira vista. Como numa tela impressionista, as pinceladas da narrativa se confundem para, enfim, darem forma a uma história envolvente de morte e mistério em que cada personagem é um enigma à parte - principalmente as protagonistas.
Três mulheres intensas, ligadas pelo mistério. Uma menina prodígio de 11 anos que sonha ser uma grande pintora. A professora da única escola local, que deseja uma paixão verdadeira e vida nova, mas está presa num casamento sem amor. E, no centro de tudo, uma senhora idosa que observa o mundo do alto de sua janela."

Compre: Amazon



Confira alguns dos meus trechos favoritos:

"Tenho um sentimento estranho. Entre a raiva, ainda, e a liberdade.
E a dúvida.
O que fazer agora?
Ir contar tudo à polícia ou continuar a bancar o ratinho preto pelas ruelas de Giverny?" - p. 56
"Eu os entendo. Estão se perguntando sobretudo qual é o meu jogo. É isso que lhes interessa, não é? Qual é o meu papel nesta história toda? Em que momento vou parar de espionar todo mundo e intervir?" - p. 151
"Essa pobre menina acha que vai conseguir escapar. Faz-me rir! Acha que está pintando uma obra-prima, aquela que escondeu debaixo do lavadouro, e acha que pode voar acima do laguinho de Monet. Acima de Giverny. Desafiar a gravidade com o simples poder da sua arte, do geniozinho que os outros vivem repetindo que é." - p. 211
"Minha pobre querida, se você soubesse... se soubesse que na verdade está escorregando em uma prancha que já foi ensaboada para você. Inexoravelmente." - p. 230


Nota:

Nenhum comentário

Postar um comentário