27/02/2022

#Resenha: A Maldição de Hollow - Nora Roberts

 

A Maldição de Hollow (The Hollow) - A Sina dos Sete #02

Autora: Nora Roberts

Editora: Arqueiro

Número de páginas: 272

Sinopse: "Quando tinham apenas 10 anos, Fox, Cal e Gage libertaram um demônio aprisionado havia séculos ao fazerem um pacto de sangue sobre a Pedra Pagã. O inocente ritual deu poderes sobrenaturais aos três jovens, mas lançou uma terrível maldição sobre Hawkins Hollow: a cada sete anos, a cidade é dominada por atos de loucura, violência e destruição.

Vinte e um anos depois, esses irmãos de sangue começam a enfrentar mais um ciclo de batalhas contra o demônio, que terá seu auge no sétimo mês. Mas desta vez não estarão sozinhos: ao lado do trio de amigos estão Quinn, Layla e Cybil, três mulheres corajosas ligadas a eles pelo destino.

Fox O’Dell, o advogado da cidade, é capaz de ler mentes, um talento que compartilha com Layla Darnell. A conexão entre eles pode se tornar o trunfo de que o grupo precisa para derrotar as trevas que ameaçam engolir a cidade. Porém, Layla está tendo dificuldade em lidar com sua recém-descoberta habilidade e com a forte atração que sente por Fox.

Em A maldição de Hollow, Nora Roberts dá continuidade à trilogia A Sina do Sete e prepara o leitor para o emocionante clímax dessa batalha sobrenatural em busca da salvação de uma pequena cidade."

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Resenha anterior:


Partindo para o livro do meio dessa trilogia, temos mais um casal à vista: Fox e Layla. É claro que o super demônio não foi derrotado de primeira, então esse grupo precisa se aprofundar ainda mais na investigação e reunir novas informações que sejam capazes de destruir de uma vez por todas o mal que castiga Hawkins Hollow.

Um detalhe muito interessante que me dei conta neste livro é que a habilidade do casal protagonista é voltado para o tempo presente: Fox e Layla conseguem ler os pensamentos das pessoas. Refletindo sobre Irmãos de Sangue, Cal e Quinn possuíam habilidades que remetiam ao tempo passado, o que me leva a crer que nosso próximo e último casal, Gage e Cybil só pode ter habilidades relacionadas ao futuro. Esse foi um aspecto que me deixou muito intrigada, embora seja uma história mais morna, grande parte pela mocinha que é bem devagar quase parando.

Mas isso não incomoda tanto uma vez que Fox é um personagem bondoso, esperançoso, ele é uma graça. Layla, por outro lado, é hesitante, paradona, um pouco sem graça. Tudo bem que ela foi arrastada para Hawkins Hollow por sonhos estranhos e tecnicamente caiu de paraquedas nisso tudo, mas ela é um contraste bem gritante quando já passamos pela Quinn.

Talvez ajude o fato de sabermos que, mais uma vez, o malvadão não vai cair porque (adivinha?) tem mais um livro pela frente, porém avançar nos conhecimentos sobre a origem de Ann e Giles e todas as tretas que rolaram lá em 1600 e tanto os deixa mais cautelosos e dá para perceber que, juntos, Fox e Layla são mais estratégicos, gostam de avaliar melhor suas ações e o que podem fazer a seguir. Mesmo que isso custe um pouco a dinâmica da história.

Acredito que, no geral, A Maldição de Hollow foi um bom intermediário, há uma grande expectativa para a resolução e derrota do mal que habita a pequena cidade e, no final das contas, não dá para esperar grandes reviravoltas quando se está no meio do caminho. Eu realmente finalizei a leitura já com olhos compridos para o terceiro livro que, espero, trará todas as respostas e, enfim, será o grande trufo desses seis personagens que se propuseram a enfrentar uma força tão antiga e poderosa. Enfim, não é aqueeeeeela trilogia cheia de surpresas, mas foi uma boa continuação até agora, sem deixar o enredo ou o perigo morrerem pelo meio caminho da paixão e atração do casal protagonista.

Nota:

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